Código de "ética responsável"

O comportamento e o relacionamento da Imobiliaria Santo Antonio Ltda com todos o seu público de interesse seguem as diretrizes do Código de conduta, denominado de "ética responsável". O documento formaliza as normas que direcionam as ações em todos os níveis hierárquicos da empresa, além de incluir orientações sobre como agir em caso de conflitos de interesse, sigilo de informações, hierarquias e práticas não permitidas como corrupção. Todos os colaboradores da imobiliária são apresentados ao Código de conduta, durante o período de integração.

Normas de ética comercial

 

As normas desta empresa, estabelece a estrita observância de todas as leis aplicáveis ao nosso ramo de negócio. Mesmo onde a lei faculta, a nossa organização prefere o caminho da mais elevada integridade. Costumes locais, tradições e outros fatores, diferem de lugar para lugar, e isto deve ser levado em consideração. No entanto, HONESTIDADE não está sujeita à crítica em qualquer lugar do mundo. Sombras de desonestidade são, simplesmente, um convite à desmoralização e critérios repreensíveis. 


Uma reputação bem fundamentada contra negócios escrupulosos é, por si só, um patrimônio inestimável para a empresa.

 

Um colaborador ambicioso pode ter o conceito errôneo de que não estamos interessados como são obtidos os resultados, contanto que sejam alcançados. Ele pode acreditar que é melhor não comunicar à Gerência tudo o que está fazendo , nem transcrever nos livros, com exatidão, todas as transações realizadas, ou mesmo enganar os auditores internos e externos da empresa. Ele estaria errado sob todos estes aspectos.

 

Temos grande empenho em saber como são conseguidos os resultados. Queremos o cumprimento das normas de integridade por parte de todos da empresa. Não toleramos aquele colaborador que obtiver resultados pela violação das leis ou através de negociações inescrupulosas. Por outro lado, daremos todo o apoio e esperamos que você faça o mesmo, ao colaborador que deixe passar uma oportunidade ou uma vantagem que só teria chance de ser obtida com a desonestidade.

 

É igualmente importante podermos contar com a sinceridade por parte dos Gerentes de todos os níveis, bem como a observância das normas contábeis e de controle. Não queremos pessoas mentirosas na posição de Gerente, que estejam mentindo num esforço errado de nos proteger ou para que pareçam eficientes aos nossos olhos. Um dos males que resulta quando um Gerente esconde qualquer informação à diretoria e aos auditores, é que os seus subordinados pensam que os mesmos têm autorização para ignorar os procedimentos e as normas da empresa,inclusive práticas contábeis e de controle, todas as vezes que elas se tornem inconvenientes. Isto pode resultar em corrupção e desmoralização de uma empresa. Nosso sistema de administrar não funciona sem honestidade, sem uma contabilização honesta, sem propostas de orçamento honestas e honestas avaliação de compras e dos projetos econômicos.

 

Tem sido desde a sua fundação e continua a ser política da nossa Organização que todas as transações sejam escrituradas com exatidão em nossos livros, computadores e registros, naturalmente, significa que a falsificação desses livros e registros, e quaisquer contas bancárias não oficialmente registradas, estão estritamente proibidas. Como também, que a seriedade nos negócios é a primeira, a segunda e a terceira coisa mais importante.

 

Normas de conflito de interesses

 

As normas da Organização, no que diz respeito a conflito de interesses, estabelecem que os diretores, os gerentes e colaboradores evitem qualquer conflito entre os seus interesses particulares e os da empresa ao serem feitas transações com fornecedores, clientes e com toda e qualquer empresa ou indivíduo que esteja negociando, ou tentando negociar, com a empresa ou qualquer afiliada.

 

Além do mais, as normas da empresa também estabelecem que todas as pessoas devem evitar qualquer conflito entre seus próprios interesses e os interesses da empresa no andamento de seus assuntos particulares, inclusive nas negociações com valores da empresa, de qualque afiliada, ou de qualquer empresa não afiliada que tenha ligações comerciais envolvendo interesses da empresa.

 

Normas de conservação do meio ambiente

 

Os objetivos da nossa Organização com relação à conservação do meio ambiente são:

- assegurar que nossas operações e nossos produtos não venham a prejudicar a saúde da população e sejam compatíveis com as condições ambientais, sociais e econômicas e as necessidades da comunidade;

- aderir a todos os padrões e normas ambientais que tenham aplicação ao nosso ramo de negócio.

 

Valores da empresa

 

1) Gente boa trabalhando como um time e com objetivos comuns é o ativo mais importante e diferenciador de uma empresa.

 

2) Encontrar, treinar e manter gente boa é um esforço constante e permanente de todos.

 

3) A remuneração das pessoas deve ser estimulante, justa e em equilíbrio com os interesses gerais da empresa.

 

4) A avaliação das pessoas é um item essencial e construtivo para a empresa.

 

5) Liderança é exercida por idéias claras e pelo exemplo diário nos mínimos detalhes.

 

6) Debater é importante, mas tudo tem de ter um responsável e no final alguém tem de tomar uma decisão.

 

7) Reduza sempre os custos. É uma variável sobre o seu controle eque garante a sobrevivência.

 

8) A melhoria e educação contínua dos colaboradores têm de ser um esforço permanente e incorporado às rotinas.

 

9) A boa empresa está sempre querendo melhora. Seja qual for o grau de sucesso, existe a possibilidade de melhoria. Isto garante uma vantagem competitiva duradoura.

 

8) Foco, Foco; Foco no essencial.





 
Código de Ética Profissional  


RESOLUÇÃO-COFECI Nº 326/92  

Publicado em: 08/07/92

DOU. Nº 129 Fls.: 8821

(SEÇÃO I)

 

Aprova o Código de Ética Profissional dos Corretores de Imóveis. "Ad-Referendum"

 

O PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS - COFECI, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 10, item VII do Decreto nº 81.871, de 29 de junho de 1978,

 

 RESOLVE:

 Art. 1º - Aprovar o anexo CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL.

 Art. 2º - A presente Resolução entrará m vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições contrárias, especialmente as Resoluções - COFECI ns. 14/78 e 145/82.

 

Brasília - DF, 25 de junho de 1992

 

WALDYR FRANCISCO LUCIANO Presidente

 

RUBEM RIBAS Diretor 1º Secretário

 

 

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL

 

Art. 1º - Este Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar a forma pela qual deve se conduzir o Corretor de Imóveis, quando no exercício profissional.

 

Art. 2º - Os deveres do Corretor de Imóveis compreendem, além da defesa do interesse que lhe é confiado. o zelo do prestígio de sua classe e o aperfeiçoamento da técnica das transações imobiliárias.

 

Art. 3º - Cumpre ao Corretor de Imóveis, em relação ao exercício da profissão, à classe e aos colegas:

 

I - considerar a profissão como alto título de honra e não praticar nem permitir a prática de atos que comprometam a sua dignidade;

 

II - prestigiar as entidades de classe, contribuindo sempre que solicitado, para o sucesso de suas iniciativas em proveito da profissão, dos profissionais e da coletividade;

 

III - manter constante contato com o Conselho Regional respectivo, procurando aprimorar o trabalho desse órgão;

 

IV - zelar pela existência, fins e prestígio dos Conselhos Federal e Regionais, aceitando mandatos e encargos que lhes forem confiados e cooperar com os que forem investidos em tais mandatos e encargos;

 

V - observar os postulados impostos por este Código, exercendo seu mister com dignidade;

 

VI - exercer a profissão com zelo, discreção, lealdade e probidade, observando as prescrições legais e regulamentares;

 

VII - defender os direitos e prerrogativas profissionais e a reputação da classe;

 

VIII - zelar pela própria reputação mesmo fora do exercício profissional;

 

IX - auxiliar a fiscalização do exercício profissional , cuidando do cumprimento deste Código, comunicando, com discreção e fundamentadamente, aos órgãos competentes, as infrações de que tiver ciência;

 

X - não se referir desairosamente sobre seus colegas;

 

XI - relacionar-se com os colegas, dentro dos princípios de consideração, respeito e solidariedade, em consonância com os preceitos de harmonia da classe;

 

XII - colocar-se a par da legislação vigente e procurar difundí-la a fim de que seja prestigiado e definido o legítimo exercício da profissão;

 

Art. 4º - Cumpre ao Corretor de Imóveis, em relação aos clientes:

 

I - inteirar-se de todas as circunstâncias do negócio, antes de oferecê-lo;

 

II - apresentar, ao oferecer um negócio, dados rigorosamente certos, nunca omitindo detalhes que o depreciem, informando o cliente dos riscos e demais circunstâncias que possam comprometer o negócio;

 

III - recusar a transação que saiba ilegal, injusta ou imoral;

 

IV - comunicar, imediatamente, ao cliente o recebimento de valores ou documentos a ele destinados;

 

V - prestar ao cliente, quando este as solicite ou logo que concluído o negócio, contas pormenorizadas;

 

VI - zelar pela sua competência exclusiva na orientação técnica do negócio, reservando ao cliente a decisão do que lhe interessar pessoalmente;

 

VII - restituir ao cliente os papéis que não mais necessite;

 

VIII - dar recibo das quantias que o cliente lhe pague ou entregue a qualquer título;

 

IX - contratar, por escrito e previamente, a prestação dos serviços profissionais;

 

X - receber, somente de uma única parte, comissões ou compensações pelo mesmo serviço prestado, salvo se, para proceder de modo diverso, tiver havido consentimento de todos os interessados, ou for praze usual na jurisdição;

 

Art. 5º - O Corretor de Imóveis responde civil e penalmente por atos profissionais danosos ao cliente, a que tenha dado causa por imperícia, imprudência, negligência ou infrações éticas;

 

Art. 6º - É vedado ao Corretor de Imóveis:

 

I - aceitar tarefas para as quais não esteja preparado ou que não se ajustem às disposições vigentes, ou ainda, que possam prestar-se a fraude;

 

II - manter sociedade profissional fora das normas e preceitos estabelecidos em lei e em Resoluções;

 

III - promover a intermediação com cobrança de "over-price";

 

IV - locupletar-se, por qualquer forma, a custa do cliente;

 

V - receber comissões em desacordo com a Tabela aprovada ou vantagens que não correspondam a serviços efetiva e licitamente prestados;

 

VI - angarias, diretamente ou indiretamente, serviços de qualquer natureza, com prejuízo moral ou material, ou desprestígio para outro profissional ou para a classe;

 

VII - desviar, por qualquer modo, cliente de outro Corretor de Imóveis;

 

VIII - deixar de atender às notificações para esclarecimento à fiscalização ou intimações para instrução de processos;

 

IX - acumpliciar-se, por qualquer forma, com os que exercem ilegalmente atividades de transações imobiliárias;

 

X - praticar quaisquer atos de concorrência desleal aos colegas;

 

XI - promover transações imobiliárias contra disposição literal da lei;

 

XII - abandonar os negócios confiados a seus cuidados, sem motivo justo e prévia ciência do cliente;

 

XIII - solicitar ou receber do cliente qualquer favor em troca de concessões ilícitas;

 

XIV - deixar de cumprir, no prazo estabelecido, determinação emanada do órgão ou autoridade dos Conselhos, em matéria de competência destes;

 

XV - aceitar incumbência de transação que esteja entregue a outro Corretor de Imóveis, sem dar-lhe o prévio conhecimento, por escrito;

 

XVI - aceitar incumbência de transação sem contratar com o Corretor de Imóveis, com quem tenha de colaborar ou substituir;

 

XVII - anunciar capciosamente;

 

XVIII - reter em suas mãos negócio, quando não tiver probabilidade de realizá-lo;

 

XIX - utilizar sua posição para obtenção de vantagens pessoais, quando no exercício do cargo ou função em órgão ou entidades de classe;

 

XX - receber sinal nos negócios que lhe forem confiados caso não esteja expressamente autorizado para tanto;

 

Art. 7º - Compete ao CRECI, em cuja jurisdição se encontrar inscrito Corretor de Imóveis, a apuração das faltas que cometer contra este Código, e a aplicação das penalidades previstas na legislação em vigor;

 

Art. 8º - Comete grave transgressão ética o Corretor de Imóveis que desatender os preceitos do artigo 3º, I, V, VI e IX; 4º, II, III, IV, V, VII, VIII, IX e X; 6º, I, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X. XI, XII, XIII, XIX e XX, e trangressão de natureza leve o que desatender os demais preceitos deste Código.

 

 Art. 9º - As regras deste Código obrigam aos profissionais inscritos nos Conselhos Regionais.

 

Art. 10º - As Diretorias dos Conselhos Federal e Regionais promoverão a ampla divulgação deste Código de Ética.

 

Brasília-DF, 25 de junho de 1992

 

WALDYR FRANCISCO LUCIANO Presidente

 

RUBEM RIBAS Diretor 1º Secretário